
Eu só queria contar histórias e divertir as pessoas, não pensava em subir ao palco. Mas um personagem de uma peça que eu mesmo escrevi me conduziu direto da plateia para a loucura de protagonizar, no palco, quem eu queria assistir.
Descobri, quase sem querer, que o dom de ATUÁ está no interior de cada pessoa que decide aproveitar o momento (CARPE DIEM), assumir seu papel e transformar o mundo com o que tem de melhor para oferecer.
Como diria José Expedito Marques, em sua peça Os Olhos Verdes da Neurose, de 1979:
“Eu não sou louco não, sou artista... faço teatro!”
André Coimbra
